Os mitos de Chico Santos por Wesley Stutz

Na Grécia antiga, os mitos eram narrados pelos poetas-rapsodos, contadores de histórias com autoridade dada pelos deuses. A própria palavra mito tem, em sua etimologia, o significado de “narrar, contar algo aos outros, designar, anunciar algo” (CHAUI, 2000, p.32). Os mitos eram verdades sobre as coisas do mundo, ou seja, explicações que davam sentido à própria existência. Tais concepções, que vinham de passados remotos, pretendiam esclarecer as coisas no presente em que eram contadas. Segundo Jean-Pierre Vernant, tamanha era a importância dos mitos na Grécia que, para os ouvintes, não se tratava  “de um simples divertimento pessoal, de um luxo reservado a uma elite erudita, mas de uma verdadeira instituição que serve de memória social, de instrumento de conservação e comunicação do saber, cujo papel é decisivo. É na poesia e pela poesia que se exprimem e se fixam, revestindo de uma forma verbal, fácil de memorizar, os traços fundamentais” (VERNANT, 2006, p.16). 

Através dos mitos foi permitido às comunidades gregas compreender sua duração, coesão e permanência de geração em geração. “Traços fundamentais”, neste caso, se refere a cultura e a religião. Ainda que os filósofos tenham questionado a função dos mitos como explicações da verdade posteriormente, os gregos os reconheciam “como instrumento de informação sobre o mundo do além” (VERNANT, 2006, p.20). Para que sobrevivam, mitos e lendas carregam em si elementos reais, sejam fatos ou coisas presentes no mundo. Repetidos inúmeras vezes, se inscrevem no tempo e na memória popular; fortalecem hábitos culturais e credos religiosos. 

No Brasil, as lendas têm origens étnicas muito diferentes, advindas de culturas indígenas, europeias, asiáticas e africanas. A função social de mitos e lendas observada em todas essas culturas é muito similar àquela discutida por Vernant em relação aos mitos gregos. Para o contexto do trabalho de Chico, contudo, é interessante recorrermos às lendas que tem origem indígena. Nelas, seres imaginários habitam as florestas e cumprem a função de protegê-la. É o caso do Curupira, por exemplo. Em uma das versões populares, esse ser mítico monta um porco do mato e castiga aqueles que desrespeitam seu habitat, a floresta. Outras lendas se apresentam de maneira similar, tal como o Saci-pererê, o Boitatá, a Cobra Grande e o Mapinguari; todos seres protetores das florestas.
 
O trabalho recente de Chico Santos se vale dessas questões acerca de mitos e lendas. Sua proposta cria três narrativas míticas relacionadas a espaços de preservação ambiental no estado do Paraná. Conversei com o artista sobre seu processo de trabalho e sua pesquisa recente, que é apresentada na forma de vídeo e fotografias. As narrativas são fantasiosas e costuram elementos sobrenaturais, ligados a eventos históricos relacionados a espaços no norte e no litoral do estado. De forma mais específica, pode-se afirmar que ele criou e produziu narrativas de caráter sobrenatural sobre espaços nos quais, graças à interferência humana, foram preservadas a flora e a fauna. Dois deles, o Parque Nacional de Superagui e a Mata dos Godoy, por exemplo, são espaços naturais que se distinguem de seu entorno, que foi transformado devido ao desmatamento ocorrido no processo de colonização dessas regiões. Em outras palavras, esses dois espaços se distinguem de seu entorno (desmatado, urbanizado) graças, também, a uma ação humana que priorizou a preservação. A Represa Capivara é um cenário de beleza exuberante, todavia, não-natural, pois resultou de uma ação humana que produziu grande impacto ambiental e social. 

Essa espécie de ficção da natureza (a existência/permanência do natural pela decisão humana) foi o que motivou Chico Santos a elaborar suas narrativas também ficcionais. Assim como as lendas se perpetuam através da cultura, o artista realiza um esforço homérico para que suas lendas sejam inseridas no imaginário popular. Para a criação de tais lendas, as narrativas elaboradas são relacionadas aos lugares de escolha do artista que, posteriormente registra, em vídeos, pessoas fantasiadas (incluindo ele próprio) realizando coreografias nos locais escolhidos. Esses vídeos são divulgados de maneiras distintas: na internet ou em exposição montada em espaço institucional. Se as lendas carregam, muitas vezes, conteúdos morais, o trabalho de Chico reclama a preservação desses espaços de natureza no contexto social em que estão inseridos. Em seu trabalho, o artista mistura elementos da realidade local a fantasias que reforçam a necessidade de convivência humana harmônica com tais espaços. 
 
Penso no modo como o trabalho do artista têm se transformado com o tempo: estudei com Chico na Universidade Estadual de Londrina, no curso que então se chamava Educação Artística. Nos conhecemos a muitos anos, mas desde o final da graduação nos vemos com pouca frequência. Em uma dessas ocasiões eventuais, eu o encontrei em uma exposição e ele contou que estava concentrado no desenvolvimento de uma nova pesquisa artística. Para tanto, se isolou em um antigo sítio da família para desenhar. Cercado pela paisagem rural, os campos verdes, pequenos trechos de mata ciliar, os desenhos resultaram inusitados no que dizia respeito à paisagem que o circundava. Eram grandes papéis cheios de desenhos de prédios minúsculos, aglomerados tal como fungos que crescem sobre os troncos de árvores, mas com a aparência caligráfica do graffiti urbano. 
Embora aqueles desenhos fossem uma surpresa para mim, não pude deixar de pensar que esse paradoxo era, na verdade, o Chico que, desde que o conheço, procura por essência e equilíbrio. Foi assim quando eu o vi empenhado em aprender sumiê, técnica de pintura de origem chinesa que está relacionada à caligrafia e, tem em seu caráter a monocromia do nanquim e a elementaridade na construção da forma. Desse modo, o artista que se isolou no espaço rural refletia sobre o crescimento desmedido das cidades, dos grandes centros urbanos. O desenho, por seu caráter gráfico e estrutural, foi o início de uma elaborada pesquisa que culminou nesses mitos paranaenses.
Através do desenho, Chico já elaborou uma série de stickers que eram aplicados sobre as paredes de prédios abandonados, assumindo a postura transgressora dos artistas urbanos. Nessa proposta, ele fazia uma espécie de inversão ao colar desenhos de prédios e casas aglomeradas sobre construções que haviam perdido sua função utilitária. Abandonados, com as paredes descascando ou perdendo a cor, recebiam esses “prédios fungo” numa ironia bem-humorada. 

O desenvolvimento desse trabalho apresentava sinais de que deveria sair dos suportes planos e ganhar versões tridimensionais, o que de fato, ocorreu. Chico esculpiu seus “prédios fungo” em sabão de coco e os instalou nas corredeiras de rios; os modelou em látex e essas esculturas viajaram o mundo, sendo instaladas e registradas por amigos até mesmo na Muralha da China; realizou versões em resina sintética misturadas a substâncias fosforescentes e, seus prédios-fungo brilharam à noite; fez outras versões em cerâmica e as colocou sobre troncos úmidos, o que as fazia parecerem cogumelos-casa; em outra ocasião espetou varetas nessas “casas” e as registrou rolando sobre o  barranco de uma construção rodoviária abandonada na cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Esse último trabalho ganhou sonorização produzida pelo artista gaúcho Marcelo Armani, o que fez com que o trabalho final, em vídeo, causasse a impressão de um filme de invasão alienígena. Casas-criatura alienígenas invadindo um cenário desértico, que poderia figurar em um filme de Mad Max: mais uma metáfora do paradoxo cidade/natureza. Nesse momento também começava um processo em que as obras deixariam o aspecto de escultura para serem encaradas pelo artista como criaturas.

Mais recentemente os trabalhos de Chico cresceram muito em escala e mudaram de material. Passou a trabalhar com madeira e as esculturas ganharam partes manipuláveis. Deixaram de ser fungos em proliferação e se tornaram criaturas definitivamente, como se as obras estivessem tomando forma e vontades próprias diante do artista. A escolha pela madeira tem um aspecto muito relevante. Nos primeiros trabalhos escultóricos os materiais eram sintéticos e/ou resistentes às intempéries as quais eram submetidos e, denotavam frieza, uma metáfora para as grandes cidades como já se disse. A madeira tem um caráter mais suscetível ao clima, à passagem do tempo; é um material considerado resistente e confortável termicamente. Com os materiais sintéticos Chico fazia oposição aos locais em que inseria as obras. Com a madeira ele faz com que o trabalho se submeta e estabeleça diálogo com a natureza. 

Por isso a escolha da madeira como suporte pode ser considerado um ponto de virada na pesquisa artística de Chico. A partir de seu uso os trabalhos tem deixado de interferir sobre os espaços naturais e começaram a compor com eles. O material oferece ao artista a possibilidade de estabelecer uma relação mais harmônica com os espaços naturais, tão caros a ele.

Na proposta dos mitos que se discute aqui, a relação com a natureza é ainda mais intrínseca. Desta vez, os recursos simbólicos, os mitos, no caso, foram elaborados antes dos recursos materiais, pois a importância do trabalho recai mais sobre os mitos e os lugares escolhidos por Chico do que sobre o aspecto escultórico das fantasias que construiu. Não obstante, os seres fantásticos presentes nas narrativas inventadas para as três propostas, são casas e igrejas. O ser mitológico que recuou diante da margem do rio em Superagui é uma igreja; o ser que flutua na água após a construção da represa de Guaraqueçaba também; a entidade que se desloca na Mata dos Godoy e é cultuada pelos indígenas é uma oca, uma casa de índios. Chico descobriu que no período do Carnaval, em Guaraqueçaba, as crianças fazem máscaras para brincar. Para alimentar a narrativa mítica com dados de realidade ele ofereceu máscaras de uma igreja e fez o registro visual das pessoas festejando. Na Mata dos Godoy, ele dançou na mata vestido com uma fantasia, fomentando visualmente o culto à entidade que se desloca na mata. Em Superagui utilizou outra fantasia, sempre registrando o trabalho em vídeo.

Em sua proposta, Chico Santos produz e insere elementos na natureza como aparições, daquelas que “dão o que falar”, que viram histórias “na boca do povo” e se disseminam nas rodas de conversa. Realiza imagens de moradores locais em atitudes sugestivas no que se refere às narrativas míticas e, então, as publica nas redes sociais, com legendas que reforçam a ideia contida nas narrativas. Ele não recorre a metáforas, mas ao misticismo, ao mágico. Para tal, pesquisa e copia rituais de culturas tradicionais e, ao mesmo tempo, age com a semelhança e o respeito que neles reconhece. Enquanto isso, alimenta esses dados com imagens das pessoas e dos lugares. São narrativas míticas pois intentam anunciar algo. E esse algo que pulsa em seu desejo é a importância da permanência de Superagui, Guaraqueçaba e da Mata dos Godoy. Lugares cuja existência/permanência não é natural, mas designada pelo ser humano. Daí recorrer à invenção artística que chama à responsabilidade, que exerce o poder da imagem de dar nova visibilidade àquilo que, estando próximo, por vezes não é visto.

É recorrente, na prática artística contemporânea, que o artista dialogue com a cultura local e que o conteúdo da produção artística se estabeleça na dialética estética versus relevância política. A proposta de Chico é, de fato, produzir um conteúdo estético inserido em espaços determinados, com o objetivo de atrair a atenção do outro (espectador, participador, ouvinte) sobre tais espaços. Configura-se, assim, politicamente, porque articula elementos estéticos em favor da relação entre as pessoas e os lugares aos quais o artista atribui importância singular. 
Nesse sentido, é importante propor uma relação entre os trabalhos de Chico e do artista estadunidense Matthew Barney, que, em suas criações, recorre à mitologia e à religião, entre outras coisas. A poética de Barney trabalha com elementos que falam das forças da natureza. Na obra intitulada De Lama Lâmina (2004–2009), montada no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, o artista construiu um domo geodésico, feito de metal e vidro, que abriga um enorme trator que, por sua vez segura uma árvore feita de polietileno de alta densidade. Nesse trabalho, Barney utiliza esses recursos simbólicos para elaborar uma narrativa complexa da luta entre Ogum, orixá ligado ao ferro, à guerra e à tecnologia, e Ossanha, orixá das plantas, florestas e das forças da natureza. Se esses elementos não apresentam um conteúdo político, necessariamente, o mitológico é evidente.

Assim como Barney, Chico Santos articula elementos simbólicos. Entretanto, não se apropria de elementos prontos, tal como Barney. Até mesmo os três lugares são, como já dissemos, ficcionais em certo sentido. Por isso a elaboração de uma estrutura mítica cabe no contexto em que os lugares “naturais” são inventados. Uma vez que as narrativas fantásticas sempre serviram ao ser humano nas mais diversas culturas, organizaram as crenças, os costumes, a educação das gerações mais novas, nada mais lógico e racional que fazer uso desses recursos em favor da preservação ambiental. 

De outra forma, também podemos nos remeter à proposta intitulada Green Rivers, do artista dinamarquês Olafur Eliasson. Nessa proposta, Olafur lança, clandestinamente, pigmento verde (não-prejudicial à natureza) em rios urbanos, ou seja, que cruzam cidades, tingindo-os. A reação das pessoas ao verem esse acontecimento costuma ser de espanto, pois o verde utilizado pelo artista não tem um tom natural, ou seja, parece algo potencialmente perigoso que chama a atenção. Em uma conferência, o artista reflete:

Como configurar a relação entre nosso corpo e o espaço? Como configuramos isso? Como sabemos que estar em um espaço faz diferença? O que importa quando eu dou um passo? Importa se eu estou no mundo ou não? E importa se o tipo de ação que eu tomar se transforma em um senso de responsabilidade? A arte é sobre isso?... Eu diria que sim. Obviamente não é sobre decorar o mundo, e fazer ele parecer ainda mais bonito, ou ainda pior, se você me perguntar. É obviamente também sobre tomar responsabilidades. O Green rivers, como uma ideia ativista, não como parte de uma exposição, foi realmente sobre mostrar às pessoas que o espaço tem dimensões. Um espaço tem tempo. (ELIASSON, 2009, tradução nossa).

Quando Olafur se refere à sua proposta como ativista, não está mencionando um engajamento, necessariamente, político, pois não levanta bandeiras sociais. Ativismo, nesse caso, tem também a ver com a transformação da realidade por meio da ação, como implica o significado da palavra. No caso de Olafur, entretanto, esse ativismo é sensorial, pois transforma nossa percepção através de agentes externos planejados estrategicamente pelo artista. A interferência objetiva em um elemento importante da cidade, que a constitui desde sua formação enquanto tal, faz com que sejam despertados diferentes sentidos e sensações nos corpos que, diante dessas percepções, tomam atitudes, realizam ações. É nesse sentido também que o artista fala sobre assumir responsabilidades.
 
A posição que se toma diante da experiência implica algum tipo de responsabilidade, seja ela de maior ou menor relevância. A proposta de Chico Santos assemelha-se à do trabalho de Olafur Eliasson, pois, embora ele não leve seu espectador/participador até o local da obra, ao divulgar suas imagens em diferentes mídias, sua produção instiga a responsabilidade do mesmo em relação aos territórios em questão. É importante reforçar que esses locais/territórios, que constituem importantes reservas naturais, são, por um lado, permeados por muita fantasia, e, por outro, por absoluta ignorância. Há muitas pessoas que residem em Londrina e nunca visitaram a Mata dos Godoy, por exemplo; outros sequer sabem de sua existência. Esse cenário se torna propício para que Chico construa sua narrativa mítica, que envolve povos e rituais inventados, os quais ganham corpo através de fantasias manufaturadas, danças míticas nesses espaços e imagens dos cidadãos locais em consonância com sua proposta, permeando as redes sociais. Em uma época que o termo “pós-verdade”  se consolidou nos dicionários, uma história repetida inúmeras vezes nas redes sociais, fortalece hábitos culturais e credos políticos. 

Nesse sentido, os mitos de Chico Santos trazem os lugares à tona. Lançam mão de recursos fantásticos e misteriosos para dar visibilidade àquilo que, mesmo próximo de seus moradores, parece invisível no cotidiano. A fantasia criada em suas imagens constitui uma oportunidade de oferecer ao público uma nova existência espacial e temporal. A percepção de Chico instiga responsabilidade de se dar nova existência a esses lugares, através dos mitos; estas existências, por sua vez, nos chamam à responsabilidade. Entre a invenção de lendas místicas e a preservação de espaços paranaenses em que há flora e fauna, o trabalho de Chico é criado com e para os próprios lugares. Parafraseando o pintor Pablo Picasso, a arte é uma mentira que nos faz perceber a verdade.

                                                  Wesley Stutz













REFERÊNCIAS
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●    VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002. Fonte disponível em: http://minhateca.com.br/RHAHU/CATALOGAR/Filosofia/VERNANT*2c+Jean-Pierre.+As+Origens+do+Pensamento+Grego,909215365.pdf>. Acesso em 29 de Janeiro de 2018;
●    VERNANT, Jean-Pierre. Mito e religião na Grécia antiga. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2006. Fonte disponível em: <https://archive.org/details/JeanPierreVernantMitoEReligioNaGrrciaAntiga> Acesso em 29 de Janeiro de 2018;
●    ELIASSON, Olafur. Conferência ministrada no TED. Fonte disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=WCGuG0uT6ks> Acesso em 22 de Janeiro de 2018
●    GUROVITZ, Helio. Jornalismo na era da Pós-verdade. Artigo publicado no site da Revista Época em 20 de Agosto de 2017. Fonte disponível em: <http://epoca.globo.com/cultura/helio-gurovitz/noticia/2017/08/o-jornalismo-na-era-da-pos-verdade.html> Acesso em 22 de Janeiro de 2018